Membro orgulhoso do Interbarney

¿dequejeito?

Alegria Alergia

sexta-feira, 17 de dezembro de 2004

Hoje é sexta-feira. Dia de tomá uma ceva e fuma unzito.
Acabei de ouvir uma propaganda de balada na rádio que dizia: “Muita música boa, bebida na faixa e gente bonita e adulta”.
Adulta?

Fonte: Usina do Som

quinta-feira, 16 de dezembro de 2004

Wander Wildner, Bidê Ou Balde e Cachorro Grande estão cotados para participar da gravação de um Acústico MTV múltiplo. Quatro artistas gaúchos dividiriam o palco nesse especial, previsto para ir ao ar em 2005. O projeto ainda está em fase embrionária.

E hoje o Carlinhos, da Bidê disse que a bagaça já saiu do papel e tá mais que confirmado. Vai ser o melhor acústico MTV de todos os tempos, depois daquele do Jorge Ben. E eu, seu papai do céu quiser, vou.

A veia humorística

quarta-feira, 15 de dezembro de 2004

Acabei de elaborar uma piada muito engraçada. Não sei como o humortadela ainda não me contratou. É assim:

Pergunta: Sabe o que o vizinho chato falou pro carteiro que estava chegando em casa com um monte de conta pra pagar debaixo do braço?
Resposta: “Trazendo trabalho pra casa, amigo”

Agora você podem rir que nem um idiota ali nos comentários.

Enquanto isso no restaurante

quarta-feira, 15 de dezembro de 2004

Hoje eu, sem nenhum puto no bolso, fui almoçar num restaurante “por kilo”. A solução foi me servir apenas das coisas leves e pagar com as moedinhas que restavam num canto sujo da mochila. Fui lá e me servi de alface, cenourinha, e todo tipo de coisa que não pesa mais do que 10g. Cheguei na minha mesinha e comecei a degustar aquelas folhagens com gosto de grama que me manteriam de pé até a noite. Na mesa ao lado da minha, uma moça preparava-se para comer um asqueroso prato de sopa de ervilhas.

Quando iria iniciar o meu apetitoso pasto, ecoou a voz da moça da mesa ao lado:

– Ei, você é vegetariano?

Pausa para nota mental: Aqui temos uma situação importante que define as características psicológicas de uma pessoa. Poderia eu dizer a verdade, que não sou vegetariano, e o papo morreria ali. Ou poderia eu mentir para a moça e começar uma conversa pecaminosa rumo ao vegetarianismo. Claro que fiz a coisa certa.

– Sou, por que?
– Sério?
– Sim, por que?
– É que eu sou vegetariana também.
– Opa, legal.
– Posso sentar com você?
– Ahn.. hum.. Pode.
– Você é ovo-lacteo ou vegan?
– Ovo lacto vegetariano.
– Ok. Igual a mim.
– Mas estou revoltado com os animais, acho que vou começar a comê-los.
– Pô! Qual foi o bicho que te mordeu, menino?
– Nenhum. Mas o resto da minha alimentação não ta substituindo a carne.
– Ah, faça uma reeducação alimentar. Faz 3 meses que nao como carne, e não sinto nem vontade. E a minha saúde está melhor que antes.
– Pô. Eu faz um ano, mas as vaquinhas parecem tão suculentas. Nham nham nham.
– Suculentas de sangue. Eca
– Que nada.O sangue até rola, oque não pode é comer a carne.
– (…)
– Bah! Esse papo de vaquinhas me deu fome. E hoje tem churasco lá em casa. Não posso pensar nisso mais.
– Ãnh… Acho que tenho que ir no banheiro.
– Assim? Agora? Vai deixar sua sopa de ervilha esfriar?
– Sim, anh… Sim. Já volto.
– Tá. Vai lá.
– Tá.
– Enquanto isso vou tentar não pensar nas vaquinhas. Nham nham nham.

E ela se dirigiu até a saída do restaurante, as pressas, e não mais voltou para a mesa. E a sopa de ervilhas esfriou. Acho que ela não gostou de alguma coisa que eu disse. =(

O Natal desperta o lado mau das pessoas

terça-feira, 14 de dezembro de 2004

Natal, luz, Jesus nasceu, prazer, sedução, libido no ar, e tudo mais. Dia desses levei pra faculdade minha roupa de Papai Noel (sim, eu tenho uma) e entreguei pro Portela vestir e fazer a festa com garotada do curso. O cara mandou muito bem de Papai Noel. Até umas crianças que estavam perambulando com os pais na faculdade pediram pra sentar no lado do velhote colorado para fazer pedidos.

Logo minha mente macabra e empreendedora viu a possibilidade de fazer dinheiro fácil com o Natal. Coloquei o Portela no lado de um pinheirinho enfeitado que tinha em um dos corredos centrais da faculdade. Lá ele ficou sentado num banco enquanto eu parava os estudantes que passavam por ali e oferecia uma foto ao lado do Papai Noel por apenas um real.

Acabada a noite, com quarenta e dois reais no bolso, fomos comprar comidas jóinhas para nós. Nesse momento uma menina do curso de Serviço Social vem até mim e me pede emprestada a fantasia de Papai Noel pois ela queria ir até um bairro pobre da cidade e fazer a alegria da criançada barrigudinha e suja.

Claro que concordei, afinal é Natal e nada mais belo do que nos unirmos para celebramos esta data tão querida, ajudando o próximo sem querer ganhar lucro com isso.

E não é que ela fugiu com a fantasia. Vou na faculdade todo o dia e ninguém conhece a tal menina que pediu a fantasia emprestada. E eu não tenho o telefone dela, porque sempre confio demais nas pessoas.

O Natal é mau.
E as pessoas que tiram qualquer tipo de proveito dele deveriam morrer.

Lamentável

terça-feira, 14 de dezembro de 2004

Quando estava indo devolver uns dvd’s na locadora, passei pelo “salão” do Pedro (o cabeleleireiro) e ele estava na porta, quase que do lado de fora, assoviando o famoso “fiu fiu” para uma gostosa que passava pela calçada do outro lado da rua, enquanto que lá dentro do “salão” o cliente esperava pacientemente com o cabelo semi cortado. Cada vez mais macho este Pedro.

Logo depois vi um daqueles caras que catam papel com carrinhos estilosos. No carrinho tinha uma placa com a escrita “Só Jesus é o Salvador do Mundo. Deus nos guarda”. Seria bonito se o velhote que puxava o carrinho não estivesse usando uma camiseta do Black Sabbath com um lindo diabão silkado em sua estampa.

De quebra passei numa lojinha e comprei os dois primeiros álbuns do Bidê ou Balde por R$ 5,90 cada. No álbum “Outubro ou Nada” tem uma faixa interativa com uns vídeos bem legais, tipo três minutos de filmagem de uma pessoa varrendo um gato com uma vassoura. No encarte do cd ainda tem um texto muito legalzinho e nonsense:

Dêem-nos os mastros das suas bandeiras e nós dançaremos o limbo! Façam as luzes piscar, aumentem o volume do som; cochiche no ouvido de alguém ou acomode-se na poltrona para assistir-nos dançando. Que tal um happening na quinta a tarde? Escreva cartas para pessoas que você não vê há anos e as convide para ficar na minha casa. Estarei arrumando os móveis, estarei limpando tudo, estarei a vontade. Arranje um mapa da cidade e tente não seguí-lo. Até o velhinho da casa 13 veio à festa. Ele está de olho na Letícia, na casa dos 25. Ela está de olho no Facchinni. Todas as gurias estão de olho no Facchinni, e ele vai até elas. Ele se aproxima, ela pede uma cerveja, ele volta até o balcão, ele volta do balcão com a cerveja. Ele serve o copo dela. Ela olha pro velhinho. Ele olha pro Facchinni. O Facchinni vem e ele pede a conta. Ele acha que tá velho demais para isso. Ele vai embora, antes do Facchinni trazer a conta, com um sorriso guardado atrás da orelha. Vive le flesh nouveau! Vá as compras. Mas não pague! Dê mais risadas. Passe mais tempo nu. Trepe nas ruas. Celebre todos os feriados de todos os lugares e todas as culturas. Chore mais, mas chore bem. Falsifique bilhetes de loteria. Longa vida à nova carne! Queremos um shopping center que não sirva para nada (e que tenha o formato e aparência de uma baleia gigante – tanto por fora quanto por dentro), onde os cinemas projetem a programação diária dos canais de televisão aberta e que sejam caros. Queremos um viaduto que leve seus usuários para um passeio aprazível e fique dando voltas. Por que os cientistas não inventam robôs para a Cidade? É, um robô, de uns 60 ou 100 metros de altura, programado para ficar passeando pela Cidade o tempo inteiro, em moto-contínuo, programado para nunca pisar em cima das pessoas, mas determinado a assustar todos os cidadãos, tirando raspões. Compre um disco dos Replicantes para dar para alguém, hoje. Um museu em homenagem aos cupins. Um museu em homenagem aos cupins. Uma casa só pra ti. Pra quê? Escreva “este será o seu fim” em todo bilhete de loteria que passar pela sua mão. Junte vários, os distribua na frente do hospital de clínicas. Esteja sorrindo. Outubro ou nada!

Tem coisas que só o rock gaúcho faz por você

Cinema por quem não entende nada de cinema

domingo, 12 de dezembro de 2004

Final de semana, calor, prazer, sedução, libido no ar. Depois de romper a traquéia de tanto beber resolvi a não assistir filmes do Tom Cruise. O filme desta vez foi…

Elephant
Meu amigo que paga uma de cult ou alternativo, vou lhe dizer uma coisa que poderá lhe assustar: Elephant é uma merda de filme. Quase tão ruim quanto Kill Bill ou DogVille, que também são aclamados por uma cambada de idiota sem noção.
Baseado na história que aconteceu em Columbine, onde dois garotos invadem uma escola com armas e atiram em todo mundo depois se matam, o filme desagrada em tudo. A falta de uma trilha sonora ou de diálogos com um mínimo de ação só faz o visualizador ter sono. Talvez sono não seja a coisa correta, já que você fica ligadão no filme o tempo todo, só esperando algo acontecer. E não acontece.
Nota: 0,6

Notícias Mundiais que só acontecem em Carazinho

quinta-feira, 9 de dezembro de 2004

Vamos conferir as notícias que viraram notícias nos principais jornais do mundo em Carazinho no Rio Grande do Sul. Aconteceu…

Menino de nove anos é violentado por caseiro
Um menino de nove anos, residente no Bairro Sommer, encontrava-se na residência da avó, sendo cuidado pelo caseiro, um homem de 37 anos de idade. Segundo consta na ocorrência, a mãe passaria mais tarde buscar o menino. O acusado que era de confiança da família teria tirado a roupa da criança e mantido relação sexual contra a vontade da vítima. Após sofrer o abuso o menor telefonou para a mãe chorando e dizendo que precisava contar algo pra ela, quando então foi descoberto o ocorrido.

O acusado foi detido por policias militares e encaminhado ao plantão da Polícia Civil, onde foi preso em flagrante pelo delegado Gerri Adriani e recolhido ao Presídio Estadual de Carazinho, onde ficará a disposição da Justiça.
O menino, queixando-se de dores foi encaminhado ao Hospital Comunitário de Carazinho, onde foi medicado e realizou exame preliminar.

Segundo o delegado Gerri Adriani o acusado reservou-se ao direito de ficar calado e deverá se pronunciar apenas em juízo.

As máximas do moskito

quinta-feira, 9 de dezembro de 2004

Hoje eu notei que sou um grande idealizador de máximas (aquelas frases engraçadinhas de comparação, porra). As cinco últimas são excelentes para se soltar em rodinhas de amigos e fazer todo mundo ficar em silêncio e pensando consigo: “Que idiota!”.

1. “Caindo mais que jogador de futebol com parada cardíaca”
Pode ser empregada em várias situações, como a queda da sua conexão discada, a chuva perturbante que não para nunca ou aquele seu amigo trouxa que sempre é lesado com piadinhas da turma.

2. “Esta meia me caiu como uma luva”
Também pode-se trocar a peça do vestuário em questão. calça, tênis, camisa, até mesmo uma luva, com o perdão da redundância: “Esta luva me caiu como uma luva”.

5. “Mais medroso que barco a vela”
Significado ainda desconhecido.

A graça de escrever

quarta-feira, 8 de dezembro de 2004

A porra do sistema de comentários ainda vai levar muito tempo pra voltar. E isso deixa tudo sem graça. Tá certo que sem comentários eu posso, finalmente, falar umas verdades para os visitantes e não me aborrecer com as consequências, já que ninguém vai abrir o bico pra me criticar. Poderia até falar que acho vocês uma cambada de paga pau escroto, mas não vou.

Bom, liguei pro servidor.

– Mano, o que tá rolando com os comentários?
– Ué, cara. Aqui tá tudo normal.
– Normal?
– Deve ser o Jot mudando algumas coisas no banco de dados.

Liguei pro Jot (o cearense que comanda o banco de dados)

– Aê, minha nega. Tu ta fodendo tudo meu blog, né.
– Eu?
– É. cadê meus comentários?
– Sei não, deve ser culpa do servidor.

Logo, em reunião com os dois chegamos a conclusão que alguma das coisas listadas abaixo aconteceu nos últimos dias.

- Algum hacker invadiu o banco de dados
- Alguém ratiou e ta escondendo o jogo
- Gnomos , atraídos pela água da Jamaica, estão zoando o banco de dados.

Ninguém sabe o que fazer para resolver a parada, então não sei quando teremos comentários novamente. A Fer é minha companheira de servidor e também tá com o mesmo problema.

Porras!

terça-feira, 7 de dezembro de 2004

Não tem graça nenhuma postar textos novos sem que os comentários estejam funcionando. Por favor, me enviem e-mails engrandecendo meu ego e puxando meu saco.

Molhado mode on

segunda-feira, 6 de dezembro de 2004

Hoje eu, debaixo de um temporal feladaputa, fui até os correios para postar um violão. Sim, vendi meu violão no Mercado Livre e fui envia-lo. Na volta, debaixo de um temporal feladaputa, passei em frente a um boteco. Nove e meia da manhã, segunda-feira, temporal feladaputa, prazer, sedução, libído no ar, e lá estava um tiozinho torto de cachaça CHORANDO feito menininha porque a porta do bar estava fechada.
Lamentável.

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2004

Hgatinha (01:20 PM) :
Qual seu nome?

moskito (01:20 PM) :
Pedro

Hgatinha (01:21 PM) :
Bonito nome

moskito (01:21 PM) :
Obrigado

Hgatinha (01:22 PM) :
Você parece ser timido

moskito (01:23 PM) :
É que alem de novo no icq eu sou novo no Brasil

Hgatinha (01:24 PM) :
Você é de onde?

moskito (01:27 PM) :
Meu pai trabalha na embaixada brasileira na Italia. Eu nasci aqui mas fui para lá com 12 anos e voltei em janeiro deste ano.

Hgatinha (01:28 PM) :
Morou la sete anos, que legal. Qual sua opiniao entre aqui e la?

moskito (01:30 PM) :
La é muito ruim! País pobre e sem incentivo a cultura. Fiquei 4 anos sem recebr um tostão do governo para financiar minha peça de teatro.

Hgatinha (01:31 PM) :
Faz teatro, gostaria de assistir uma peça um dia

moskito (01:32 PM) :
Você nunca assitiu?

Hgatinha (01:33 PM) :
Não

moskito (01:33 PM) :
Po! que pena

Hgatinha (01:34 PM) :
Onde você faz teatro?

moskito (01:36 PM) :
Aqui no Brasil eu parei. Larguei dessa vida. La era uma compania bem conhecida no país.”Troupe Deqjel”

Hgatinha (01:37 PM) :
E o que faz aqui agora?

moskito (01:38 PM) :
Trabalho na Domino’s Pizza. Conhece?

Hgatinha (01:38 PM) :
Não onde fica

moskito (01:39 PM) :
É uma rede de pizzarias www.dominos.com.br

Hgatinha (01:43 PM) :
Muito gostoso acabei de entrar no site

Ser loser é…

sexta-feira, 3 de dezembro de 2004

Escrever Yogurt ou Yakult ao invés de Orkut e achar que é uma piada boa e que todo mundo vai rir horrores com isso.

Alegria Alegria

sexta-feira, 3 de dezembro de 2004

Hoje é sexta-feira. Dia de tomá uma ceva e fumá unzito.
Amanhã tem Open Jam aqui em casa e quem tiver algum instrumento musical já tá automaticamente convidado.



Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo que tinha para se dedicar ao seu verdadeiro dom: os fantoches.