terça-feira, 27 de dezembro de 2005
Como alguns podem ter notado, os últimos texto não merecem nem 4 comentários de tão sem motivação que são. Mas eles estão cada vez mais comentados. E isso tudo é graças a uma pessoa apenas. Um antigo namorado meu, o Andrew, lá da Digicontrol.
Ele gosta de comentar bastante. A fim de aparecer, eu acho.
Sabe como é, o cara trabalha na merdinha de empresa, a mulher não topa dar o cuzinho, os pais devem ter morrido e o clima de final de ano só piora tudo. Então o que o Andrew, lá da Digicontrol, faz? Ele insiste em chamar atenção aqui no nosso bloguinho.
E quem é visitante antigo sabe como lidamos com essas pragas.
A regra da brincadeira e simples. Todos os comentários devem ser assinados como “andrew” e também devem ser muito idiotas (pra não fuigir da realidade do rapaz). Assim quem sabe o Andrew, lá da Digicontrol, fique mais feliz sabendo que nós, os companheiros de decadência virtual, estamos do seu lado, fazendo idiotices pela internet.
Apropósito: Sem novos textos até o problema ser resolvido.
terça-feira, 27 de dezembro de 2005
“Mais parado que copo de plástico em beira de rio”.
Nunca entendi as frases de efeito dele.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2005
Uma leitora que pediu para não ser identificada prestou a maior e melhor contribuição que este aqui que vos fala já recebeu. Eis que me chega pelo correio, bonito e saltitante um belíssimo MEGAFONE que além de possuir um alcance de amplificação de 600m ainda vem com a músiquinha do filme Titanic na memória.
Obrigado pessoa querida que me presenteou. Enquanto aos outros visitantes eu só desejo a morte. Cambada de paunocu malagradecido.
terça-feira, 20 de dezembro de 2005
E hoje é terça-feira. Dia do saudoso e batuta Coelho-Lingüiça. A tirinha semanal mais aclamada no festival de Gramado. A tirinha mais emocionante e sanguinária do planeta.

Por pouco essa.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2005
Na cerimônia de casamento.
– E se alguém tem algo contra essa união…
– Eu!
– Que fale agora ou se cale…
– Eu, porra.
– se cale para sempre.
– Eu tenho algo contra, cacete.
Convidados sem entender nada.
Silêncio.
– Você tem algo a nos dizer, senhor?
– Sim. Esse casamento não pode acontecer.
– Mas por que?
– Por que eu sou Joney, o amante.
– Amante?
– Sim, amante.
Murmúrios dos convidados.
– Mas senhor. Este é um casamento gay.
– Gay?
– Sim. A união de dois homens.
– Bom.. eu.. bem…
– Senhor?
– (…)
– Senhor?
Joney sai correndo do recinto.
terça-feira, 13 de dezembro de 2005
Terça-feira. Dia bonito para muita ação e amor na tirinha mais animada do planeta. Dia do mirabolante Coelho-Lingüiça e suas mega aventuras no mundo da emoção.

E porque não?
terça-feira, 13 de dezembro de 2005
Sete horas da manhã.
Toca o telefone.
– Alô?
– Alô, você é namorado da Amanda?
– Sou…
– E a Amanda tá aí?
– Não…
– É porque ela tá aqui.
– Hein?
– Tá aqui, dormindo comigo.
– Quem?
– A Amanda, oras.
– Então porque você ligou pra cá perguntando por ela?
– Bem, eu…
– Hã?
– (…)
– Alô?
Tu tu tu tu tu….
sexta-feira, 9 de dezembro de 2005
E hoje (sábado – dia 10) estarei dando uma entrevista á rádio 106.3FM de Carazinho – RS sobre o meu segundo livro, chamado “Patrulha 42″, lançado há dois anos já, mas só agora ele está sendo reconhecido. Então pra quem não tiver mais nada pra fazer, pode-se ouvir a entrevista ao vivo pela internet a partir das 21:00 no programa Momento Rock, pelo site www.radio106fm.com.br
É sério.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2005
– Filho, senta aqui.
– Sim mamãe.
– Vou te falar uma coisa, mas você tem de ser forte.
– O que é, mamãe?
– Você tem que me prometer ser forte e não chorar.
– Tudo bem, mamãe. Vou ser forte.
– Você… você… vo…
– O que, mamãe?
- Bem.. hum… você… você não pode usar meias.
– Como assim, mamãe?
– As malditas fábricas, meu filho. Elas não fabricam meias tamanho 41.
– Mas… mamãe…
não continua.
terça-feira, 6 de dezembro de 2005
E hoje é terça-feira. Dia do saudoso Coelho-Lingüiça. A tirinha semanal mais aclamada no festival de Gramado.
As Aventuras do Coelho Linguiça são as tirinhas mais emocionantes da história das tirinhas globais. Uma equipe de 7 roteiristas e 3 desenhistas foi contratada para passar para o papel todo ideal de uma nova era dos cartoons em tirinhas. O Coelho-Lingüiça chega para revolucionar o mercado de tirinhas, com um humor refinado e aventura constante que fará você não desgrudar os olhos da telinha do monitor.

O resto é silêncio?
sexta-feira, 2 de dezembro de 2005
Nas melhores lojas do ramo, show da maldita banda Os Wilsos, da qual sou guitarrista, em Carazinho – RS. No Krok’s Bar, na cruza da Pátria com a Flores da Cunha. A partir das 23:00h. O show marcará a estreia da turnê “Deus, por que me destes orelhas?” e terá a presença de um baterista de verdade e alguns tiozinhos bêbados alegrando a gurizada.
E aproveitando o mote, estamos disputando um Top 10 no site Bandas Gaúchas. Então quem quiser, fique a vontade para votar na nossa canção para ficar ali entre as 10 mais votadas, e quem sabe assim conseguirmos algum crédito com algum produtor e quem sabe ganharmos dinheiro para que, enfim, possamos contratar musicos de verdade e colocar eles pra tocar no nosso lugar. Obrigado.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2005
A coluna de cinema voltou e voltou com tudo. Hoje falaremos sobre o filme que acabou de ser exibido na Rede Globo: Lambada – A Dança proibida.
No meio da selva brasileira, Nisa aprendeu com sua tribo a dançar um ritmo sensual e supimpa, é a lambada – a dança proibida. Mas eis que funcionários da Petramco, uma poderosa empresa americana, querem destruir a selva onde Nisa habita. Então Nisa vai para a América a fim de encontrar o presidente da Petramco e salvar sua floresta das mãos dos terríveis americanos.
Lá chegando ela fica perdida e com frio, mas consegue um emprego de doméstica na mansão da família Anderson. Durante as noites Nisa, sozinha em seu quarto, veste uma camisola transparente e invoca, ao som de Beto Barbosa, os rituais indigenas que aprendeu em sua tribo brasileira, a lambada. O filho malandrão dos Andersons, chamado Jason, vê Nisa e todo seu apelo sexual rebolando a bundinha nos 2×2 que medem o quarto da empregada, e convida a pobre indiazinha para ir dançar com ele numa boate. Nisa nem pensa duas vezes para mandar a selva no Brasil se foder e ir pra noite rebolar muito com Jason.
Mas eis que o casal Anderson descobre as falcatruas de Nisa com Jason e expulsam a garota de casa. E Nisa fica novamente numa pior, tendo que arrumar emprego numa casa da luz vermelha chamada Xtasy. Lá Nisa virá puta e aprende com quantos paus se faz o Rock’n Roll. Mas Jason descobre, por meio de sua ex-namorada, que Nisa virou puta e decide ir ver com os próprios olhos ela se puteando. Ele encontra Nisa e, apaixonado, diz que vai tirar Nisa daquele lugar, que vai ficar com ela e não interessa o que os outros vão pensar. Mas antes Jason apanha um pouco do segurança da zona.
Nisa reencontra um amigo seu que também é da tribo no Brasil. O cara é todo sequelado e usa uns pós que fazem umas magias do caralho e fere os inimigos. É chegada a hora de Nisa, Jason e o pajé sequela salvarem o mundo. Nisa explica para Jason que a sua selva está sendo destruida pela Petramco e Jason diz saber do que ela esta falando, pois a queimada das florestas está fazendo a camada de ozônio aumentar cada vez mais. Seguindo o exemplo de Charles Bronson, Magaiver e Steven Seagal, Jason faz o que qualquer herói faria: fala com seu papai e sua mamãe, pedindo ajuda para destruir a Petramco. Os pais de Jason acham a história muito louca e negam ajuda à Jason, Nisa e o Pajé Sequela.
Nisa e Jason decidem parar de transar e começam a treinar para o concurso de lambada do Kid Creole, pois o prêmio deste concurso é a aparição em rede nacional. E se eles aparecerem em rede nacional, Nisa poderá falar para toda América o que a Petracom está fazendo contra sua tribo e sua selva no Brasil. E é lógico que eles ganham o concurso e aparecem na TV e colocam todos os figurantes para dançar a lambada, a dança proibida.
Nisa e Jason falam a verdade sobre a Petramco e convencem todos os americanos a boicotarem a empresa, para evitar a destruição das florestas tropicais. O filme acaba e todos vão para casa descançar os pés e assistir Oliver Beene na televisão.
Nota: 8,9
quarta-feira, 30 de novembro de 2005
Eu, que nunca pedi nada pra nigu?m, venho at? este espa?o suplicar por um agrado. V?rias vezes quase fui for?ado a acabar com o site por causa da grana que tenho que gastar mantendo o servidor e outras coisas. ? de comum acordo que banners publicit?rios n?o me trar?o dinheiro, pelo menos n?o o dinheiro que eu preciso para ser feliz, e que ent?o fica dif?cil manter o dequejeito no ar sem nenhum incentivo.
De uns tempos pra ca um banner pop-up est? aparecendo quando voc?s visitam o blog, mas posso garantir que nada tenho a ver com isso. Esse banner aparece por causa do contador de visitas. E n?o vejo nenhum problema nisso, j? que uso Firefox (um navegador de verdade) e ele bloqueia os pop-ups.
Bom, onde eu quero chegar?
? certo que algum visitante ? rico e tem dinheiro para financiar o sonho de um jovem mo?o do campo que tudo que faz ? alegrar a popula??o por meio de um blog. Esse mo?o n?o ? o KibeLoco, mas sim eu.

Algu?m, pelamordedeus. Me d? um megafone.
domingo, 27 de novembro de 2005
Karla diz:
Não acha melhor tirar a parte que fala que vai comer criancinhas? Sempre tem os idiotas que levam a sério e torram o saco…
miskoto diz:
Eu não. Vai que pinta uma criancinha querendo me dar.
sexta-feira, 25 de novembro de 2005
É chegada a hora de dar adeus a faculdade. Aquele lugar que eu dediquei 5 anos da minha vida, pagando um total de quase 50.000 reais pra aprender menos do que se eu pagasse 800 reais pro SENAC e ficasse num curso técnico de apenas 3 meses de duração.
Mas nem tudo é desgraça. A faculdade é o lugar onde você cria as principais amizades da sua vida. Onde você deixa de pensar em merda e começa a ver que fazer greves e protestos são coisas boas e que tocar o alarme de incêndio fazendo com que a faculdade toda entre em pânico é uma coisa deveras engraçada. A faculdade é o lugar onde os pintos criam asas.
Quando eu era menor sempre assistia os filmes em que o camarada ia pra faculdade e comia todo mundo. Pois a faculdade é o lugar onde somente dois tipos de pessoas entram.
O tipo número 1: Pobres desgraçados com crédito educativo que quase morrem pra conseguir terminar a faculdade.
O tipo número 2: Prostitutas que estão na faculdade por que arranjaram um velho rico pra bancar as despesas. E o velho achou que seria um boa idéia se ela fosse fazer um curso superior.
E é exatamente este tipo número dois que paga com sexo pelos trabalhos acadêmicos. E aí que está o grande segredo da frase: “Na faculdade você comerá todo mundo”. Basta ter as manhas e vender seu peixe.
Só que ninguém me avisou que as putas daqui são fiéis aos donos.
E eu não comi absolutamente niguém em todo o meu período acadêmico. E isso que me faz pensar na utilidade de uma faculdade. Pra que a gente gasta tanta grana estudando se isso não te consegue nem uma trepada?
Bom, mas aí que terça eu tava tirando as fotos para colocar no quadrinho da formatura e tal. E tinha que vestir aquelas roupas estranhas e estar penteado e tudo mais. Tinha até uma mulher que fazia maquiagem. Sentei na cadeirinha da mulher e disse: “Pode desbastar nos lados e tirar o volume atrás”.
Eu acho que ela não entendeu que aquilo era uma piada e resolveu se vingar me atochando a cara de base. Meu, eu parecia o Michael Jackson, pois além de não comer ninguém nem com um tribunal tentando provar isso, eu ainda estava com o rosto todo perfeitamente esticado. Sem nenhuma mancha na pele, sem espinhas e cravos, sem rugas, sem pele praticamente. Tudo era uma espessa camada de base cor bege. Mal falar eu conseguia.
– Cara, você tá legal? – perguntou meu colega.
– Ionioniouié – respondi.
– Tá cantando aquela dos Beatles?
– Oá?
Pior é que nem com água a coisa desgrudava da minha pele. Ao chegar em casa a minha mãe nem me reconheceu. Pensou ser algum ladrão com uma máscara de borracha. Só consegui entrar em casa depois de ter falado exatamente que roupa eu to usando no retrato meu que ela tem no quarto.
Hoje é sexta e a porra da maquiagem ainda não saiu. Começo a temer pelo pior. Se não bastasse não ter comido ninguém na faculdade inteira, eles querem me vetar de comer alguém na minha vida inteira.
Aí eu entendo o drama do Jackson. Vou partir pras criancinhas.
Já to parecendo um boneco de plástico mesmo.
Vou agradar.