quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Era uma vez, não muito longe daqui, uma festa de reveillon na casa da Família Baratinha. Após os ponteiros do relógio zerarem, Papai Baratinha ergueu sua taça de espumante e intimou:
– Vamos brindar.
– Eeebbbaaaaa!!! – gritaram todos.
No entanto, dentre os festejantes do brinde, estava uma pequena barata chamada Juquinha. Mamãe Baratinha, com a plena consciência de barata mais velha, tratou logo de alertar o jovem malandrinho:
– Você não, Juquinha. – disse a mãe
– Ah, manhê… – retrucou Juquinha.
– Você brinda com refrigerante, meu filho.
– E eu mãe? – perguntou o outro filho.
– Você brinda com o coquetel, Cazuza.
E viveram felizes para sempre.
Exceto um.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Ronald Rios diz:
Ah irado! Põe uma foto do filho do Porteiro Severino – ele é bem loco – do Zorra Total, tá ligado? O filho dele, aquele que era vampiro na novela.
miskoto diz:
hAHHAHAhahaha. Porra, por alguns segundos eu pensei que o filho dele tava no Zorra Total. Comecei a imaginar que mente doentia do diretor é essa… Botar um cara todo sequelado pra fazer HUMOR.
Ronald Rios diz:
KHBHBABHSBAHHA. Ia ser foda!!!
Ele podia ser O PUBLICITÁRIO!!!!
miskoto diz:
HS9UHSAFWHAHAF
Ronald Rios diz:
“dãeeeemmmm põeeammm a marca assiiiiiiiiiiimmmmmmm *baba* ”
miskoto diz:
O bordão dele seria: “Aahnnnnnn… faaaz um blooog”
Ronald Rios diz:
khbASHANSDKNJFLNDF
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Tipos, que parece que a única função de Niterói, em nossa sociedade, é mandar platéia pro Vídeo Game, aquele quadro do Vídeo Show, manja?

Mas não é não. Se você pensa isso, está muito errado. Niterói também serve para muitas outras coisas como, por exemplo:
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Hoje é sexta-feira, amiga dona de casa. E para alegrar o final de semana do pessoal positivo que visita este blog, nada mais justo que um Cintia Visita. Ela já visitou Londres, Nova Iorque, Carazinho e Paris. Agora chegou a vez de ir para muito mais longe, onde nenhum humano jamais esteve, onde o céu é vermelho e não existem doenças sexualmente transmissíveis: O querido planeta Marte.
httpv://www.youtube.com/watch?v=SINYSMTQJTI
Uma visita que somente a computação gráfica pode proporcionar. Não se assuste se semana que vem ela aparecer na sua casa.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Pois então, pessoal. Alguns de vocês já devem ter conhecimento do fato que, ultimamente, estou escrevendo textinhos rápidos e cheios de veneno lá do Te dou um dado? e, portanto, traindo o movimento que estima pelos bons costumes na internet.
Prezo demais por visitantes com QI acima de 8 dúzias e por isso não esquecerei de vocês, leitores do DQJ, por mais interessante e lucrativo que possa parecer aventurar-me pelo mundo dos blogs de fofoca.
Além de semi-famoso-ex-decadente, agora somos (eu e vocês, fiéis leitores) novamente um blog super visitado, tal qual eramos há algum tempo. Recebi de minha assessoria os relatórios desta semana e me surpreendi com o número de visitas que tivemos por aqui. Segue abaixo o gráfico de visitação dos últimos 3 dias, separado por tipo de visitante.

A influência do Te dou um dado? em nosso quadro de “ganhos” é visivelmente óbvia e, por isso, escreverei mal e amadoramente nos próximos dias, a fim de espantar novos visitantes que possam vir a perturbar nosso sossegado blog.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Hoje eu estava voltando pra casa, quando que passando pelo mesmo local onde avistei o pato voando ontem, ouvi uma voz vinda de algum lugar. Era uma voz de criança, de menina, creio eu. Mas é difícil ter certeza, pois quando crianças, meninos e meninas, além de só fazerem merda, tem vozes parecidíssimas, tipo Jorge Vercilo e Djavan.
O que importa é o que a voz falou: “E Deus disse: Que se faça a primavera”. E logo depois folhas e flores começaram a cair em cima de mim.
Aí pensei que algo de errado poderia estar acontecendo, pois nem estamos na primavera, nem Deus tem voz de menina. E comecei a correr.
Amanhã farei o mesmo caminho novamente, mas desta vez vou preparado com algumas oferendas: Um almanaque da Turma da Mônica, uma conta gold no fotolog.com e um calendário de 2008, aquele com as fotos das blogueiras em poses sensuais amadoras.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Hoje estava voltando de uma reunião, caminhando pelas ruas da cidade de Carazinho, RS, quando senti uma estranha vontade de olhar para o céu. Olhei, e qual não é a minha surpresa quando avisto nada mais do que um pato, voando contra o vento.
Gritei alto, abanei e mostrei a minha bolsa, esperando que ele viesse correndo (ou voando mesmo) para dentro dela. Mas o pato apenas olhou, fez um sinal esnobe com uma das asas e desapareceu no interior de uma nuvem.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Vamos brincar de um jogo bem bacana que inventei hoje. É o seguinte: Cada vez que algum mané dirigindo um carro tunado ouvir Tropa de Elite, do Tihuana, um cachorrinho poodle vai morrer.
Se a música for um funk proibidão de alguma facção do morro, dois cachorros poodles morrem. Issaê, Brasil, bem vindo ao ano 2000.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Fim do ano, calor, céu azul verde mar vem comigo nesse dia lindo. É chegada a hora de listar os cinco comentários mais engraçados de todos os tempos neste ano de 2007. E é só pérola, amiga dona de casa. Vamos lá:
5. Estou à procura do meu Par Cristão
Eduardo e Marry se conheceram dentro da caixa de comentários de um post e desde então mantém uma relação lindíssima, baseada em afeto, diálogo e muito Jesus no coração.
4. Gugu na minha casa
Rita e Gustavo queriam achar Gugu pelo Google, e vieram cair neste endereço. Com muita destreza concluíram que, já que o Google indicou, este blog é o blog do Gugu Liberato e então resolveram pedir ajuda. Sabendo que, quanto mais cartas, maior a chance de ser sorteado, Rita e Gustavo publicaram três comentários quase idênticos, mas por um deslize do destino, não receberam uma resposta até hoje.

1. Cavalos uma ova
O não-leitor Bruno Amaral ficou preso durante meses dentro da caixa de comentários deste blog e se apavorou de maneira eufórica. Hoje, abri os comentários do post em questão e o achei lá, magro, triste e com medo, tipo aquele filme “O Cubo”.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Hoje eu tava no banheiro de um shopping lavando a mão, me olhando no espelho, brincando com o secador elétrico, e fazendo tudo mais que se faz num banheiro de shopping. De repente um cara começou a me paquerar, manja… Ficou olhando pra mim sem parar.

Fiquei um pouco incomodado, mas fingi que não era comigo. Aí o cara se aproximou, colocou a mão na minha bolsa (bolsa não é uma gíria para “saco”. Ele colocou a mão na minha bolsa mesmo), deu uma sentida na textura do couro e falou:
– Que bolsa legal, amigo.
– Ah, obrigado – agradeci.
– Eu tinha uma idêntica a essa lá por volta de 1978.
– Bem… hã… legal.
– Sabia que cabe um pato ai dentro?
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
A terrível doença que tomou conta de mim na semana passada deixou seqüelas. Além do pé torto e da irritante dor no joelho, também estou, aliás, não estou, com nenhum resquício de voz. Totalmente afônico.
Eu sei que pode até ser normal perder a voz por uns dias, mas eu já não falo nenhuma palavra há 3 semanas e cada vez mais sinto que perdi minha voz para sempre.
Alguém aí conhece algum assunto relacionado, sobre alguém que ficou mudo por causa de uma gripe?
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Não é porque eu pensava que possuía super-poderes que eu era uma criança especial. Cresci numa fazenda, em uma cidade muita pequena do interior. Meu pai era fazendeiro e minha mãe cuidava da casa. Nunca deixaram que nada me faltasse.
Cresci feliz, apaixonado por esportes, pelas coisas simples da vida e pela fazenda. Não demorou muito e comecei a desenvolver uma grande paixão pela literatura e o jornalismo e, é claro, a destreza de virgular frases com extremo bom gosto.
O fascínio pelas letras me fez participar do Concurso Municipal de Soletração de Oxítonas, o qual me rendeu o primeiro lugar por soletrar, de olhos vendados, a palavra J-A-V-A-L-I.
Prêmio este que me foi retirado, por causa das outras crianças que atribuíram minha vitória ao uso dos meus super-poderes inexistentes. Lembro que tentei convencer o júri de que eu não tinha nenhum super-poder, que tudo não passava de uma lenda. Eles me deram um voto de confiança e, junto, mais uma chance de soletrar.
Agora eu deveria soletrar, ao lado de uma pedra de criptonita, a palavra A-R-R-O-Z, mas infelizmente e obviamente, não tive sucesso. Não por causa da esverdeada pedra que estava ao meu lado, mas sim por causa do meu defeito na língua, que me impossibilita de falar palavras que contenham a letra “R”.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Eu tenho uma lembrança muito real da época que eu era criança. Eu pensava que podia voar. Devo ter sonhado com isso e acordado pensando que era verdade. Cresci com isso na cabeça, pensando que eu podia voar.
Quando eu tinha uns 10 anos, amarrei um cobertor ao redor do pescoço e subi no último degrau da escada que tem na entrada da minha casa. Então pulei…
O peso do cobertor fez eu cair feio no chão (não no sentido que eu era bonito e quando cai fiquei feio, mas sim no sentido da queda ter me provocado dores) e eu acabei cortando um pedaço da minha língua. Por isso, até hoje eu tenho problemas para falar certas coisas. Possuo uma espécie de língua presa que não é chiada. É tipo o preço que eu paguei pelo trauma de tentar voar. É o meu “super poder”.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
E tem uma amiga minha, que no desespero de meio de ano, fez uma simpatia para Santo Antônio que consistia em pingar sete gotas de cera de vela num copo com água. Segundo a crença, a cera formaria a letra inicial do nome do seu futuro marido.
E não é que deu cê cedilha.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Chico Barbie pensa que está em 2002 e pode escrever sete textos por dia. Mal ele vê que, fazendo isso, todos os blogs co-irmãos parecem decadentes e sem graça, pois não conseguem seguir este ritmo maluco da época da internet 1.0.
Proponho uma greve da classe, até que o Vai Trabalhar, Vagabundo volte ao normal, com apenas dois textos por mês, como é correto atualmente em nossa sociedade.