Rala ralando o Tchan aê
quarta-feira, 6 de maio de 2009Ontem fomos jantar num restaurante árabe ali na Cidade Baixa. Tudo parte das comemorações do dia de aniversário da prima da minha estimada companheira, senhora Cintia Loureiro.
Fiquei surpreso ao saber que no cardápio não existiam Bib’sfihas nem Pastelzinhos de Belem e, por isso, tive de me contentar com um prato composto de comidas com nomes estranhos que eu não lembro, mas que se resumiam, na minha cabeça, a: molhinho claro, molhinho escuro, churrasquinho grego sem sal, almondegas sem carne, trigo. Tudo acompanhado da bebida mais consumida no Oriente Médio: A Coca Cola.
Depois da janta, enquanto todos os outros tomavam cervejas de 1 litro, pedimos um café árabe, que é mais ou menos idêntico ao café comum (na cor), só que com um gosto ruim.
Aí eu me levantei e comecei a dançar de um jeito estranho, pois pensei que era assim a tradição. Todos olharam com estranheza. A Cintia me puxou de volta pra cadeira e me falou que os árabes não tem nada a ver com os indianos da novela. Pedi desculpas a todos pela confusão com as culturas e, por fim, para evitar maiores constrangimentos saímos antes do pessoal começar a fumar narguilé.