Membro orgulhoso do Interbarney

¿dequejeito?

O boom da internet

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Desde o dia em que inventei o termo “Post Pago” que a internet toda, enquanto blog, está encantada pela rotatividade monetária que minha idéia pode gerar. Por enquanto tudo não passa de teorias que voam de boca em boca por toda a internet, enquanto blog.

Aliás, esse termo “internet, enquanto blog” é um pouco estranho. Penso em começar a usar uma expressão que inventei ontem a noite, durante o banho: “Blogosfera”. Eu sei, eu sei, é um termo bem idiota, mas é o que tenho.

Muitos apoiam meu sistema, mas alguns autores de blogs (vamos chamar eles de “blogueiros”)  são do contra e enfatizam que receber dinheiro em troca de textos é vender a essência da liberdade de escrita que a internet proporciona.

Não quero promover uma guerra e, sinceramente, não imagino que o meu sistema “Post Pago” possa se transformar num monstro como dizem. Por exemplo, não acredito que as pessoas possam ser tão medíocres a ponto de usar uma idéia dessas para vender produtos ou serviços. Não imagino, por exemplo, o Rexona vindo me pagar 100 reais para que eu escreva sobre uma nova promoção do desodorante.

Todos sabemos que isso trata-se de publicidade, e publicidade não pode ser comparada com um post num blog. Publicidade custa muito mais caro. Não acredito que os blogueiros possam vir a receber tão pouco para fazer algo assim. Quem seria otário a esse ponto? Quer dizer, a não ser que o blogueiro more com a mãe e não precise pagar conta, né brother.

Com isso, estou seguro que o sistema que inventei funcionará perfeitamente e a “blogosfera” crescerá para todos os lados, exceto pra baixo. Ou pra dentro. Ou pra trás… Bom, melhor dizer que a internet crescerá apenas pra frente… Ou pra cima.

Ontem, no banho também, pensei em outra coisa: Um sistema onde os visitantes dos blogs possam comentar os textos do blog. Talvez tente implementar um desses por aqui pra ver o que meus leitores (já chegam a seis por dia) tem a dizer.

Ontem, ainda no banho, também percebi que preciso operar o prepúcio, mas isso é tema para um outro post pago.

O segundo Post Pago

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Como eu havia dito anteriormente, meu plano de enriquecer escrevendo na internet começará a dar certo. Eu já havia escrito um texto e faturado incríveis R$ 2,00 por isso. Mas o meu patrocinador queria sentir firmeza onde estava aplicando o dinheiro e, por isso, pediu-me para que antes de escrever o segundo post pago, eu fosse receber o pagamento em mãos.

Cruzei a cidade num táxi e desci no escritório do patrocinador. Um belo prédio, arquitetura grega e o escambau. A secretária pediu para que eu aguardasse algum tempo. Sentei-me num sofá e comecei a folhar revistas, quase todas datadas de 2002, aquela maravilhosa época em que ninguém imaginava que um dia blogs dariam dinheiro e a Susana Vieira ainda tinha classe.

Minha leitura foi interrompida pela bela voz da secretária, que anunciava minha permissão de entrada à sala do patrocinador.

Cumprimentei-o. Antes de qualquer coisa agradeci pela fé depositada em mim. Não é qualquer empresário que vê num cara de 25 anos, decadente, a força de se levantar e recomeçar a escrever na internet. E não é qualquer empresário que, além de tudo isso que eu já disse, ainda aceita aplicar dinheiro no jovem decadente.

Dois reais, isso sim é ganhar a vida.

Me disse o empresário que, se eu escrevesse com afinco, poderia ganhar muito mais. Quem sabe até R$ 20,00 por texto. Mas por enquanto não é bom sonhar tão alto. Não posso reclamar, dois reais já estão ótimos para mim.

Peguei meus R$ 2,00 e um envelope escrito “temática para o próximo post”. Me despedi e chamei uma táxi para me levar de volta para casa. dentro do táxi abri o envelope. Uma folha branca dizia “Escreva um texto sem graça” e eu pensei: Lá vamos nós de novo.

Maldito tema que me persegue.

O sistema do Post Pago

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Tive uma idéia muito inovadora: receber para escrever. Sabe, eu fico imaginando se os colunistas de jornais recebessem pelo que escrevem. Iria ser maneiro, né brother.

A minha idéia básica era receber para escrever e por isso batizei de “Post Pago”. Creio que se a moda pega, os valores podem aumentar. Algum dia alguém poderá receber até mesmo 50 reais para escrever um texto. Mas eu não, e não agora. Por enquanto, como sou o precursor da coisa, o lance é cobrar barato. E, por isso, divulguei no meu twitter, na semana passada, que estaria escrevendo posts em troca de dinheiro. Para ser mais exato, pedi a quantia de R$ 1,00 por cada texto publicado.

Após alguns minutos os primeiros patrocinadores já apareceram dispostos a pagar e alguns deles, estupidamente, ofereceram mais dinheiro do que eu pedia. Então o que rolou foi uma espécie de leilão muito louco, onde quem dava mais me ganhava (se fosse antigamente, seria literalmente).

Fechei o valor de R$ 5,00 por texto com um bônus de R$ 10,00 caso o texto seja bom. O patrocinador, ou melhor, a patrocinadora prefere o anonimato, mas mesmo assim falarei dela no decorrer dos dias.

Espero que esses sistema que inventei funcione. Vislumbro um futuro onde as pessoas legais, como o Tico Santa Cruz, receberão por seus textos. O mundo será um lugar melhor. Enquanto isso eu vou vivendo, com R$ 5,00 por dia.

Até mais, brother.

O teu amor chamou e eu regressei

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O teu amor chamou e eu regressei
Todo amor é infinito
Noite e dia no meu coração
Trouxe a luz
Do nosso instante mais bonito

Na escuridão o teu olhar me iluminava
E minha estrela-guia era o teu riso
Coisas do passado são alegres
Quando lembram novamente
As pessoas que se amam

Em cada solidão vencida eu desejava
O reencontro com teu corpo abrigo
Ah! Minha adorada
Viajei tantos espaços
Pra você caber assim no meu abraço…

Te amo.

Comentando tudo até a última ponta

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

A certeza que esta parceria entre BloGaDiNhO dA GaLeRa!!! e blogueiros vai funcionar é evidenciada quando, no primeiro dia de contrato vigente, todo mundo já está comentando o assunto.

Os comentários pipocam pela blogosfera brasileira. Algumas pessoas estão com medo e enviando agentes duplos para ingressar no BloGaDiNhO TeaM, mas só os feras que consegue um convite. Outras pessoas estão enviando mensagens de paz e sucesso, coisas extremamente importantes neste momento, já que de  dinheiro nós estamos bem.

Bom, como vocês puderam notar, os comentários são variados, mas não tem qualidade até então. E para que um comentário tenha qualidade, é preciso de um sistema de comentários que realmente funcione, não só sistematicamente mas também semanticamente. E só existe um sistema de comentários que une funcionalidade, beleza e astúcia: o YACCS.

Além de gratuito, o YACCS é extremamente adaptável a qualquer tipo de condição, pois tem tanto pré-definições para vários sistemas de weblogs como também para sistema nenhum. Só com YACCS você pode ter um sistema de comentários no seu website que não é blog. Isso é sensacional.

Eu só não uso o YACCS aqui no DQJ por que não quero que pareça que fui pago pra escrever sobre isso, manja. Mas fica a dica: Vocês devem fazer como tantos outros blogueiros de sucesso, como Cora Ronai, Rosana Herman e Rafael Capanema, fizeram. Experimente YACCS.

De mendigo a blogueiro

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Na mesma velocidade que a web passou de 1.0 para 2.0, a Dequejeito Corporaciones escala mais um degrau na grande escada da comunicação.

É mais do que uma parceria, é um investimento que levantará nossas ações e nos tirará da decadência, nos transformando em um verdadeiro blog que está dentro dos padrões atuais da internet, um blog ligado em marketing e cheio de dicas muito legais para transformar a vida dos leitores.

Agradeço ao pessoal do BloGaDiNhO dA GaLeRa!!! que foi super gente boa comigo ao me convidar (e mais tantos outros) para fazer parte deste portal que promete revolucionar os portais de blogs do Brasil com muita paz, amor, disco voador e, é claro, muito bussiness.

Aguardem novidades e anotem esse nome: Gerson BloGaDiNhO dA GaLeRa!!!

Um delírio de FAIL

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Há quatro meses morando em Porto Alegre e sem receber sequer uma proposta de emprego ou uma convocação para entrevista, comecei a suspeitar que sou um péssimo profissional ou, pelo menos, uma pessoa muito azarada.

Enviei currículo para cerca de 40 agências da cidade e 23 delas enviaram e-mail avisando que entrariam em contato por telefone para marcar uma entrevista, mas eu seguia esperando e ninguém nunca me ligava. Comecei a achar que estavam me fazendo de otário. Malditos porto-alegrenses urbaninhos com suas camisetas descoladas!

Pra falar a verdade, o único motivo de eu ter uma linha telefônica era para receber as ligações das propostas de emprego. Isso significa que o telefone nunca havia tocado. Não sabia eu qual o som que o aparelho emitia. Até hoje, pois hoje ele tocou. E eu atendi:

– Alô?
– Gabriel?
– Sim, sou eu.
– Cara, teu telefone no currículo tá errado.
– Ué?
– Sim, tentei ligar várias vezes e dava sempre engano.
– Poxa, deixa eu ver aqui…

Peguei uma das cópias do meu currículo na cozinha (mandei imprimir 500 cópias e guardo elas pela casa) e conferi. Mas no currículo o meu telefone estava correto. Pelo menos eu achava que estava.

– Aqui tá certo, amigão – disse eu.
– Não! O teu telefone é **** 4585.
– Ihhh… Não é **** 6452?
– Não, eu liguei pra esse e dava engano.
– Poxa, eu sempre pensei que fosse 6452. Obrigado por avisar, amigão.
– Não, por nada… O Caetano ta aí?
– Que Caetano? – perguntei.
– Caetano, rapaz.
– Aqui não tem nenhum Caetano, não.
– Bah, desculpa. Acho que foi engano.

Aí o cara desligou e eu corri pro computador alterar meu telefone no currículo. Mandei fazer novas 500 cópias com o número correto. E que se fodam as árvores. Agora ninguém me segura.

Eu não sou senhor do tempo

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Mas eu sei que vai chover. Me sinto muito bem quando fico com você. Eu tenho habilidade de fazer histórias tristes virarem melodia vou vivendo o dia-a-dia. E rimando tudo com dia…. hum.. bem… Dia!

E aí que eu tô há tanto tempo sem escrever que fui convidado pelas Garotas que Dizem Ni para participar de um quadro que ressuscita blogueiros que já foram a sensação da internet mas agora vivem na decadência.

Então, se vocês não tiverem mais o que fazer, vão lá ler o meu texto. Depois é só falar bem dele no fórum do site, pois só assim poderei continuar aparecendo na mídia. É o revival da web 1.0 que chegou e não tem Leo Jaime que vai ficar parado.

TOP 5 Verdades da Internet

terça-feira, 17 de junho de 2008

Não sei acentuar no Photoshop

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Sou obrigado a adiar o dia do inicio do nosso curso “Escrevendo um filme Softcore”, mas não fiquem aflitos. Ele ocorrerá e prometo que vocês não vão se arrepender.

Como alguns sabem, próxima sexta-feira é o dia também conhecido mundialmente como “meu aniversário” e me peguei pensando que, neste ano, as coisas estão difíceis e talvez nem da minha mãe eu vá receber algum presente. Bom, muitos irão falar que isso não é importante mas, no fundo, todos sabemos que os presentes são o único motivo por muita gente descartável ainda estar viva por aí, fazendo aniversários pelo menos uma vez por ano, quando não mais vezes.

No TDUD eu vi que a Íris Stefanelli tem uma sub-campanha para que as pessoas doem dinheiro a fim de comprar uma jóia para presentear íris em seu aniversário.

Então eu, muito compreensível, enviei um e-mail para Íris, pedindo uma doação de R$ 10, R$ 20 ou R$ 30 para que eu possa ter um aniversário mais feliz, visto que minhas condições financeiras atuais obviamente são piores do que a jovem loira e, por isso, não posso ter os presentes que eu quero.

Até então não recebi resposta alguma e começo a acreditar que fui ignorado por Íris (ou por sua habilidosa assessoria). Mas já defini minha estratégia de ação: Se ela não me ajuda eu não ajudo ela. Eu não vou conseguir pagar o meu aluguel, mas ela não vai ganhar nenhuma jóia de aniversário. E assim a vida segue (a minha mais uns 10 anos, a dela um pouco mais).

Escrevendo um filme Softcore – Parte 1

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Nada me encanta mais do que um bom filme softcore e todas as possibilidades que seu roteiro oferece. Fazer um softcore é muito mais difícil do que fazer um pornô, pois em um softcore, tudo não se resume apenas a um pênis entrando incansavelmente adentro de uma vagina. Não! É muito mais do que isso. Um filme softcore precisa de diálogos, de enredo, de ação e, o mais importante, um desfecho onde a atriz principal dá com vontade pro mocinho.

A partir de hoje nós penetraremos no fabuloso mundo dos filmes softcore e iniciaremos um pequeno curso, destinado a jovens roteiristas, diretores e produtores de filmes softcore, este gênero tão pouco explorado no Brasil.

O curso “Escrevendo um filme Softcore” abordará os principais aspectos de uma produção levemente pornográfica, tais como:

  • O que é um filme softcore?
  • Nem tudo é sexo
  • Personagens que não querem sexo
  • Personagens que querem sexo
  • O sexo involuntário
  • Desfecho de um softcore

Espero vocês para participarem da primeira aula, a qualquer momento, aqui neste blog.

Grande abossal

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Há três dias trabalhando nos erros de um sistema de blog que parece que foi feito por cabras e, agora, às 6 da manhã, enquanto fazemos os últimos reparos de layout, o abossal para tudo e me pergunta:

Aquele texto ali debaixo das tags é necessário? Tá tirando um pouco o feng shui da coisa.

O FENG SHUI da coisa!!!

Vida de Operário

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Depois de dois dias acordado direto, comendo apenas sucrilhos sem leite, trabalhando feito um turco em ferragem pra fazer a porra do wordpress de um cliente para de dar bug, você só pensa em cair pro lado e dormir pra sempre. Nada é mais digno do que ir para o quarto, olhar para a pessoa amada com a qual você vai viver o resto da vida e constatar que ao lado dela, em cima do seu travesseiro, há um bilhete.

Xampu teu cu, filhodaputa!

A hora do Rush

terça-feira, 6 de maio de 2008

Porto Alegre é uma cidade bizarra do caralho. Aqui é tipo um Mini Mundo, daqueles onde locomotivas de brinquedo percorrem caminhos meio a castelinhos e casinhas em tamanho miniatura. Mas disso falarei amanhã.

Hoje eu precisava chegar ao bairro Santana, que é aqui perto, mas como sou novo na cidade e rico, prefiro ir de taxi. Entrei no táxi na hora de maior movimento. O taxista, com um bigode muito charmoso, perguntou o local para onde eu gostaria de ir.

– É no Santana, Segue a Jeronimo Ornelas até a última travessa.
– Santana? Não conheço essa rua.
– Não amigo, Santana é o nome do bai…
– Peraí que vou pedir informação pra algum colega – interrompeu o bigodudo que parou o carro e foi até outro taxi perguntar onde fica a Rua Santana.

Seis minutos depois o taxista voltou ao carro e disse:

– O meu colega ali disse que não existe rua com esse nome.
– Não! É que o senhor entendeu errado…
– Não, entendi certo o que ele disse. – interrompeu o bigodudo.
– Não, tá havendo um confusão. – tentei explicar.
– Sim, está havendo. Essa rua não existe.
– Mas eu não quero ir pra nenhuma Rua Santana.
– Quer o que então? – me perguntou o taxista.

Respirei profundamente e, pausadamente, com um português perfeito e sem vícios de linguagem, disse ao taxista:

– Eu quero ir para o BAIRRO Santana.
– E eu com isso? — me respondeu.
– Ora bolas, eu quero ir até o bairro Santana – insisti.
– Sim, amigo. Mas o que isso me interessa?
– (…)
– Quer que eu chame um taxi pra ti? – perguntou o taxista.
– Isso aqui é um taxi, puta que o pariu! – gritei nervosamente.
– Taxi? Não é não.
– É o que então, porra?
– Oras, é uma sorveteria.
– Poxa, tem de creme?

Obrigado, Mariana Xavier.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Tava dormindo quando tocou o interfone, era o carteiro dizendo que havia um sedex para mim. Para mim não, mais exatamente para o “editor do blog dequejeito” Desci quatro andares de escada e peguei a encomenda. De volta ao apartamento, abri o pacote e conheci o seu conteúdo.

O pessoal do Corda de Rua me enviou alguns mimos, creio eu, para que eu fale bem ou mal deles aqui no blog. É o tão querido marketing viral que está deixando os blogueiros cada vez mais ricos e saltitantes.

Então está aí a dica: Conheçam o Corda de Rua e o blog mantido pelo nosso amigo Chico Barney, que largou seu diploma de Comunicação e foi para São Paulo se dedicar ao seu verdadeiro dom: escrever num blog sobre pular corda.

Isso me faz lembrar do dia em que a Vagisil me enviou alguns mimos para que eu testasse e falasse bem dos produtos de higiene vaginal deles. “Meu amigo, eu não tenho buceta” escrevi, entusiasmado.

Depois disso nunca mais fui requisitado para um post pago ou ação viral. Meu nome foi riscado do cast de blogueiros cheios de visita que se vendem fácil. Rolou o maior boicote à minha pesssoa. Mas agora tive uma nova chance e não vou desperdiçá-la .

Pessoal, Corda de Rua é lindo. Eu não sei pular corda, nunca pulei e nem pretendo aprender a pular. Mas a corda é sensacional. Usei ela de varal e ficou uma maravilha.

Uma maravilha.



Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo que tinha para se dedicar ao seu verdadeiro dom: os fantoches.